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Tirem-me daqui!
Monday, 1 September 2008
Saí daqui!

Decidi experimentar outros ares... a partir de agora estarei noutro sítio.

Pode ser que um dia volte.


Posted by frestivo at 10:07 AM BST
Updated: Monday, 1 September 2008 10:12 AM BST
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Saturday, 30 June 2007
O Porto não é de fados *

Não gosto de fado. Sobretudo do ‘choradinho'. Recuso os queixumes funcionais das carpideiras. Não gosto de lamentos inconsequentes. Rejeito a masturbação da dor tornada compulsividade obsessiva.
No fado, o gemido mais ou menos melódico deixa de ser um meio para constituir o único fim. O fado é a apologia da desventura, é o elogio babado do infortúnio. Mas o pior do fado é a crença irracional num destino sempre magoado e arrependido. O fado aniquila o alento e o rasgo essenciais para se sair da aflição - o fado exalta e eterniza a desgraça.
No último ‘Prós e Contras', o Porto cantou um triste fado abdicando de toda a sua diferença. O diagnóstico dos males está feito há muito - calemos o fado! Agora, o que importa é o Porto voltar a ser aquilo que sempre foi a sua marca: depender apenas de si, ser senhor do seu próprio destino.

* Publicado no Correio da Manhã.


Posted by frestivo at 12:40 AM BST
Updated: Saturday, 30 June 2007 12:56 AM BST
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Monday, 23 October 2006
Muere lentamente

Muere lentamente quien no viaja,
quien no lee,
quien no oye música,
quien no encuentra gracia en sí mismo.
Muere lentamente
quien destruye su amor propio,
quien no se deja ayudar.
Muere lentamente quien se transforma en esclavo del hábito
repitiendo todos los días los mismos trayectos,
quien no cambia de marca,
no se atreve a cambiar el color de su vestimenta
o bien no conversa con quien no conoce.
Muere lentamente quien evita una pasión y su remolino de emociones,
justamente estas que regresan el brillo
a los ojos y restauran los corazones destrozados.
Muere lentamente quien no gira el volante cuando esta infeliz
con su trabajo, o su amor,
quien no arriesga lo cierto ni lo incierto para ir detrás de un sueño
quien no se permite, ni siquiera una vez en su vida,
huir de los consejos sensatos…

¡Vive hoy!
¡Arriesga hoy!
¡Hazlo hoy!
¡No te dejes morir lentamente!
¡NO TE IMPIDAS SER FELIZ!

Pablo Neruda


Posted by frestivo at 11:25 AM BST
Updated: Tuesday, 24 October 2006 7:20 PM BST
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Saturday, 21 August 2004
Bolonha: perto ou longe?
Estou outra vez com o Director de O Publico. E cito-o.

O Futuro do Ensino Superior
Sexta-feira, 20 de Agosto de 2004

Portugal deve optar, no quadro do Protocolo de Bolonha, pela soluc?o 3+2

Nos ultimos dias o PUBLICO tem procurado relancar - ou lancar - um debate que esta demasiado adormecido: a forma como Portugal se adaptara ao Protocolo de Bolonha, um protocolo que visa unificar os graus academicos ao nivel da Uni?o Europeia, permitindo a equivalencia de licenciaturas, mestrados e doutoramentos.

E facil perceber a importancia deste debate: a mobilidade dos trabalhadores com formac?o superior no espaco da Uni?o e fundamental para acelerar a troca de conhecimentos, estimular a competic?o entre universidades e permitir que a qualidade geral do ensino melhore.

Para Portugal, a discuss?o e aprovac?o das modalidades do Protocolo de Bolonha constitui, por seu turno, uma oportunidade: a oportunidade de modificar estruturas envelhecidas e cheias de vicios, de alterar curriculos errados, reorganizar as faculdades e diminuir as suas imensas ineficiencias. Infelizmente, contudo, tudo indica que as coisas n?o v?o correr bem.

Uma das opc?es base que Bolonha implica e a modificac?o da durac?o da maioria dos cursos superiores. Os paises, ou as universidades, ter?o de optar ou por uma licenciatura de quatro anos mais um ano de mestrado, ou por tres anos de licenciatura e dois de mestrado. E a opc?o entre 4+1 ou 3+2. A maior parte dos paises esta a optar pelo regime 3+2 porque permite reforcar uma formac?o base num tronco comum que abre para muitas saidas profissionais e, depois, garante que o mestrado, com dois anos de especializac?o, n?o e uma palhacada. E claramente essa a opc?o que Portugal devia fazer - so que ele implica rever de alto a baixo a oferta de cursos actual e, sobretudo, a sua multiplicac?o mais rapida que a dos cogumelos. Isso teria, porem, uma consequencia: destruiria os milhares de "coutos" privados, ou de quintas particulares, que muitos professores alimentam.

Por outro lado, ao garantir o grau de licenciatura em apenas tres anos, este sistema alimentaria o mercado de trabalho com profissionais que, sem terem uma grande especializac?o, tem mais possibilidades de se adaptar a diferentes soluc?es e, de imediato ou apos uma primeira experiencia profissional, tirar um mestrado numa area totalmente diferente daquela que respeita a sua formac?o de base.

Poderiamos assim ter engenheiros com formac?o em gest?o, economistas com formac?o em jornalismo, licenciados em Direito com especializac?o a serio numa area juridica e por ai adiante.

Num mundo em que e necessaria a capacidade de mudar de emprego e, as vezes, de carreira ao longo da vida, onde se pode comecar como arquitecto e evoluir para gestor, onde se pode estudar fisica e acabar a dar aulas de Politica Internacional, a soluc?o 3+2 e mais plastica, por certo mais exigente para professores e alunos, talvez melhor adaptada aos que desistem dos cursos em elevada percentagem.

Hoje ainda temos um claro defice de licenciados, mas, em algumas areas, sobram quadros com mais formac?o do que a pedida pelo mercado ou que so encontram empregos que n?o correspondem as suas expectativas. O que ja e um problema. Uma formac?o 3+2, tendo problemas a resolver (como o de saber como se processa o seu financiamento publico), para alem de nos por a par com a tendencia europeia, poderia funcionar como um real choque terapeutico capaz de obrigar o nosso sistema de ensino superior a, por fim, mudar.


Jose Manuel Fernandes

Posted by frestivo at 4:56 PM BST
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Tuesday, 6 April 2004
Novas tecnologias, novos metodos
Eis um texto que submeti para publicac?o no Boletim da UP:

A Universidade na sua miss?o de formar jovens tem hoje ao seu dispor um vasto conjunto de aplicac?es das novas tecnologias da informac?o e da comunicac?o, com que alias convivemos dia a dia. A resposta aos desafios que a Universidade enfrenta, massificac?o da procura, enfase na satisfac?o das necessidades individuais, globalizac?o da oferta, passa necessariamente pela sua utilizac?o racional.
O ensino e a aprendizagem s?o mecanismos complexos, largamente influenciados pelas novas tecnologias. O acesso a fontes de informac?o e a meios de comunicac?o em tempo real, na sala de aula, na biblioteca e em casa, colocaram a relac?o professor aluno num novo plano, em que o que esta em causa n?o e mais a transmiss?o de conhecimento mas sim a sua elaborac?o pelo aprendente. O professor deixou de ser a fonte de informac?o, sendo agora o catalisador do processo, cabendo-lhe dialogar com uma multiplicidade de estilos de aprendizagem e de inteligencias, que deve procurar compreender e enriquecer de tal modo que cada um dos seus alunos adquira na Escola os conhecimentos que lhe permitam desempenhar a profiss?o que escolheu e, essencialmente, continuar a aprender ao longo da vida.
A este desafio juntam-se os decorrentes da massificac?o do ensino, que se exige eficaz e eficiente, capaz de atingir os seus objectivos com o minimo de recursos. A boa utilizac?o dos recursos que o Pais coloca ao dispor da Universidade para o exercicio das suas actividades, o deve e haver com a Sociedade, e hoje uma quest?o central, e faz do combate ao desperdicio um objectivo a todos os niveis.
Uma Universidade agil, flexivel, sem desperdicios, transparente, socialmente empenhada, n?o se compadece com cursos desajustados das necessidades, com curriculos rigidos, com salas vazias, com aulas facultativas, com professores envolvidos em actividades em que as suas capacidades n?o s?o aproveitadas, com a sensac?o de que o Pais n?o conta com ela.
A tradicional segmentac?o de um curso em aulas teoricas, teorico-praticas e praticas pode hoje ser alargada a novos canais de comunicac?o e de trabalho cooperativo, nomeadamente na area do e-learning, onde e possivel uma infinidade de formatos de ensino/aprendizagem e de avaliac?o, e onde ha ainda muito caminho a desbravar. Ja n?o faz mais sentido que a Escola trate todos os seus alunos por igual, sem procurar adequar a cada um um conjunto de objectivos de aprendizagem especificos, presenciais ou n?o, exigir o seu cumprimento, e dai retirar evidentes economias.
Assim como n?o faz sentido que n?o use as novas tecnologias no planeamento da utilizac?o dos seus recursos e na sua monitorizac?o, atraves de uma ferramenta avancada de ERP(1) como faria qualquer empresa de dimens?o semelhante.
O ensino e a investigac?o agradeceriam.

(1) Enterprise Resource Planning.

Posted by frestivo at 9:26 AM BST
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Wednesday, 5 November 2003
A natureza do servico prestado pelas universidades
Estou convicto de que nenhum sistema funcionara nas universidades publicas sem uma clarificac?o do seu financiamento, sem uma medida do valor das suas actividades.
Um sistema em que os alunos n?o pagam o que recebem, n?o sabendo sequer o seu custo, e em que n?o s?o penalizados por n?o utilizar devidamente os bens que lhes est?o a ser facultados pelos contribuintes, n?o contribui para a clarificac?o dos direitos e obrigac?es de cada interveniente no processo.
Um sistema em que as escolas n?o precisam de se preocupar com a sua produtividade, em que as suas receitas n?o est?o associadas ao numero de alunos que as procura, n?o permite um servico publico de qualidade.
No entanto, o facto de o ensino ser gratuito ou ter um preco meramente simbolico n?o impede, antes obriga, a que aqueles que tem a oportunidade de frequentar as universidades publicas tenham de utilizar do melhor modo possivel os recursos de que podem usufruir, para justificar o merecimento dessa oportunidade.
Frequentar uma universidade publica deve ser visto como um contrato entre tres partes, o Estado, que gere os recursos que os contribuintes colocam a sua disposic?o, cada aluno, que recebe uma fracc?o desses recursos em beneficio da sua formac?o, e a escola, que vai utiliza-los para os fins contratados.
Se assim for, todas as partes poder?o exigir o seu cumprimento e qualquer das partes pode rescindir esse contrato por incumprimento por uma das outras.
O Estado deveria poder rescindir o contrato com as Escolas que n?o cumprem com os objectivos fixados e estas com todos os alunos que repetidamente n?o cumprem os objectivos que assumiram.
A estes, n?o restaria sen?o a alternativa de pagar o preco dos servicos de que usufruem.

Posted by frestivo at 10:34 PM GMT
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Saturday, 4 October 2003
O
Mais uma vez tenho que dizer que subscrevo integralmente, e integralmento transcrevo, o escrito de alguem com quem muitas vezes n?o concordo. Escreve Henrique Monteiro no Expresso de hoje:
E triste ver alguem desperdicar oportunidades ou talentos. Pior e ver alguem fugir as responsabilidades. Se o reitor de uma universidade - uma universidade a serio, n?o dessas de v?o de escada - se considerar a si mesmo um mero funcionario de terceira categoria, o que poderemos pensar dele? Que dizer de um professor catedratico prestigiado, eleito pelos seus pares (e tambem por estudantes - oops, n?o estara aqui o problema?) para dirigir a Universidade de Coimbra, uma das mais antigas da Europa, que se compara a um portageiro de auto-estrada?
Longe de n?o ter pelos portageiros respeito e considerac?o. Apenas espero mais de um reitor. Quando Seabra Santos, reitor da Universidade de Coimbra, diz que n?o concorda com a atribuic?o as universidades da responsabilidade da fixac?o das propinas, para logo em seguida ironizar, comparando-se a si proprio ao portageiro que decide o preco da portagem, e altura de pensar que algo n?o esta bem. Eu, pagador de impostos, espero que o reitor eleve a sua auto-estima. Que se leve um pouco mais a serio. Ou que seja intelectualmente mais honesto.
Porque percebemos bem a vontade que os reitores tem de que tudo o que diz respeito a dinheiro seja decidido pelo ministerio. Assim, o onus e politico como se o preco da educac?o numa universidade do Estado fosse algo de essencialmente politico. O senhor reitor quer ter o poder e a influencia na pedagogia; pretende a mordomia e a distinc?o na vida, mas n?o quer - e disso foge como o diabo da cruz - a responsabilidade de afrontar os estudantes. Estes s?o demagogicos quando protestam por aumentos muito inferiores ao que pagam numa noite de copos, mas o reitor n?o quer saber disso. Eles que protestem com o ministro, que o reitor la esta para ser adulado, para lhe darem palmadinhas nas costas e para o invejarem no seu alto estatuto.
Confus?es? Pernas para que te quero!
PS - Ja depois de escritas estas linhas, a SIC divulgou que a filha do ministro dos Negocios Estrangeiros tera entrado em Medicina ao abrigo de uma cunha! Para alem do deploravel espectaculo de nepotismo dado pelos titulares do Ensino Superior e dos Negocios Estrangeiros, esta historia so reforca a necessidade de inteira autonomia universitaria. Que pais e este, onde um ministro pode decidir quem entra na Universidade?

Posted by frestivo at 4:30 PM BST
Updated: Saturday, 4 October 2003 4:32 PM BST
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Saturday, 20 September 2003
A Responsabilidade das Elites, de Novo
Nem todos os dias concordo com o Director do PUBLICO. Mas hoje n?o posso estar mais de acordo. Subscrevo, e transcrevo, a primeira parte do seu Editorial:
Escreveu-se aqui a semana passada que "um dos sinais da degradac?o das sociedades democraticas e liberais e a demiss?o das suas elites". Citaram-se na altura dois exemplos. Podiam-se ter citado mais, ate porque s?o infelizmente abundantes. E por isso que se volta ao tema.
Tomemos o caso da decis?o do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) de aconselhar as escolas que cobrem aos seus alunos n?o a propina que considerarem adequada nos limites estabelecidos pela lei, mas sempre e so a propina minima. E uma decis?o que, mesmo que nalguns casos possa invocar fundamentos politicos e ideologicos, decorre de uma cobardia indisfarcavel: os reitores n?o querem afrontar os estudantes. N?o querem chatices. Querem dinheiro, mas n?o querem os problemas que cobrar para ter esse dinheiro implica.
Pior: e um sinal de que os reitores n?o querem sair do "tudo igual" mesmo quando sabem que tudo e diferente, isto e, que n?o est?o disponiveis para que as escolas que se sentem mais seguras com a qualidade do ensino que ministram o tornem publico pedindo propinas mais elevadas. Por outras palavras: n?o se importam de igualar por baixo desde que isso n?o ponha a nu as diferencas de qualidade, pois isso mostraria que ha escolas de qualidade diferentes, escolas que s?o capazes de captar mais alunos apesar de pedirem propinas mais elevadas, escolas capazes de pedir propinas mais elevadas acreditando que isso n?o as prejudica, antes lhes permite serem ainda melhores.
Felizmente a Universidade Nova de Lisboa furou o consenso e, antes mesmo da lamentavel recomendac?o do CRUP, anunciou que iria cobrar as propinas pelo valor maximo. O que significa que acredita que os alunos n?o v?o fugir por causa disso, pois est?o dispostos a pagar um pouco mais por mais qualidade. A isto chama-se liderar, o que implica arriscar. E o que se espera das elites. E o que n?o fez o CRUP.
...

Posted by frestivo at 10:12 PM BST
Updated: Saturday, 20 September 2003 10:20 PM BST
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Blogar
Nem todos blogar?o com a mesma frequencia. Alias, pensando melhor, muito poucos blogar?o com uma frequencia certa. Uma vez por dia, por exemplo. Cada um devera ter o seu espectro de frequencias, uns mais largos e outros mais estreitos, uns mais planos e outros mais de riscas, sei la!
Aqui esta um assunto que pode ser interessante estudar.

Posted by frestivo at 10:04 PM BST
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Tuesday, 9 September 2003
Propinas
A quest?o das propinas s?o duas: quanto custa o ensino universitario e quanto financia o Estado cada aluno.
O que se discute neste momento e a diferenca entre estes dois valores, quando o importante s?o um e outro.
A verdade e a transparencia exigem que se saiba qual o custo real por aluno, em cada instituic?o, em termos absolutos e em termos relativos, e em comparac?o com o que se passa noutros paises. So assim saberemos se o nosso dinheiro esta a ser bem gasto, e em quanto e que o Estado realmente financia cada aluno.
Nesta perspectiva, defendo duas medidas muito simples:
- um regulador para o ensino superior, que fixe o preco justo de cada curso, e que seria o valor que cada escola receberia por cada aluno,
- ensino superior financiado integralmente pelo Estado apenas para quem tenha 100% de aproveitamento, financiamento que diminuiria drasticamente com a acumulac?o de reprovac?es.
N?o seria mais justo, e ... mais barato?

Posted by frestivo at 9:20 PM BST
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